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	<title>SubMundo Java &#187; paulo.sales</title>
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	<description>Um pouco de tudo, mas tecnologia acima de tudo!</description>
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		<title>Gerenciamento de memória e Garbage Collector com HotSpot da Sun</title>
		<link>http://submundojava.com.br/wordpress/2010/04/20/gerenciamento-de-memoria-e-garbage-collector-com-hotspot-da-sun/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 17:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulo.sales</dc:creator>
				<category><![CDATA[analise de desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[garbage collector]]></category>
		<category><![CDATA[java]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[jvm]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>

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		<description><![CDATA[
    O que me motivou a escrever este post foi a leitura do capítulo 3.2 do livro Arquitetura e Design de Software e do post Avaliação de Desempenho de Sistemas &#8211; Parte 1. Meu objetivo é explicar resumidamente o funcionamento do gerenciamento de memória e das características do Garbage Collector na Java [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
    O que me motivou a escrever este post foi a leitura do <a href="http://www.arquiteturajava.com.br/livro/gerenciamento-de-memoria-e-garbage-collector.pdf">capítulo 3.2 do livro Arquitetura e Design de Software</a> e do post <a href="http://submundojava.com.br/wordpress/2010/04/18/avaliacao-desempenho-sistemas/">Avaliação de Desempenho de Sistemas &#8211; Parte 1</a>. Meu objetivo é explicar resumidamente o funcionamento do <a href="http://java.sun.com/j2se/reference/whitepapers/memorymanagement_whitepaper.pdf">gerenciamento de memória</a> e das características do <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;ved=0CAYQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.guj.com.br%2Farticle.show.logic%3Fid%3D28&amp;rct=j&amp;q=garbage+collector+java&amp;ei=JtzNS_CYJonY9ATuleSrDw&amp;usg=AFQjCNGEDeKXAaHpEF0xAGuHnxlt6UU7Ww">Garbage Collector</a> na <a href="http://java.sun.com/products/hotspot/docs/whitepaper/Java_HotSpot_WP_Final_4_30_01.html">Java HotSpot Virtual Machine</a>, implementação da JVM da Sun.
</p>
<h2>Como é Dividida a Memória</h2>
<p>
    Sabemos que o gerenciamento automático de memória é uma tarefa complicada e custosa para o desempenho da aplicação, portanto, existem alguns algorítmos que realizam essa tarefa. O algorítmo padrão usado pela JVM da Sun é chamado de <a href="http://java.sun.com/products/hotspot/docs/whitepaper/Java_HotSpot_WP_Final_4_30_01.html#pgfId=1082262">generational copying</a> que realiza esse gerenciamento dividindo a memória 3 partes copiando os objetos entre as partes comforme necessário.
</p>
<p><a href="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/04/java_mem_parts.jpg"><img src="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/04/java_mem_parts.jpg" alt="" title="java_mem_parts" width="500" height="161" class="alignnone size-full wp-image-148" /></a></p>
<ul>
<li><b>Young Generation:</b> É menor espaço de memória do Heap e armazena os objetos de ciclo de vida curto. Todo objeto instânciado é primeiramente armazenado nesta parte. Normalmente o tamanho inicial é de 2.2 MB.</li>
<li><b>Old Generation:</b> É a parte maior destinada aos objetos considerados maduros ou aqueles que tem um ciclo de vida maior.</li>
<li><b>PermGen:</b> É o espaço de memória fora do Heap destinado a objetos internos da JVM como objetos Method, Class, Pool de Strings, etc.</li>
</ul>
<p><img></p>
<p>
    A idéia do algorítmo é coletar os objetos inutilizados somente na Young Generation, sempre que esta memória estiver esgotada. Por ser o menor espaço de memória o desempenho é muito maior. O espeço destinado para a Young generation é pequeno e dividido em 3 partes, uma parte chamada de <i>eden</i> e outras duas partes chamadas de <i>survivor</i>, todo objeto instanciado é colocado no eden e a cada passagem do Garbage Collector por este espaço de memória os objetos sobreviventes são copiados para os survivor spaces. Este processo acontece algumas vezes até o objeto se tornar maduro o suficiente para ser copiado para a Old Generation que é conhecida como <i>ternured</i> pela Sun.
</p>
<p>
    O espeço de memória Old Generation também é analisado pelo Garbage Collector, mas com menos intensidade. Esta varredura é chamada de Full GC e é considerada muito custosa para o desempenho da aplicação por isso, por padrão, não é frequente a varredura do Garbage Collector na Old Generation. Apesar do espaço de memória PermGen não pertencer ao Heap este espaço também é coletado durante o Full GC.
</p>
<p>
    Portanto, assim o algorítmo do Garbage Collector coleta os objetos inutilizados e copia os objetos que ainda estão sendo referênciados para os espaços survivor até serem duradouros o suficiente para serem copiados para a Old Generation. Neste processo de limpeza e cópia acaba criando lacunas no espaço de memória que são eliminadas pela compactação dos objetos realizada pelo Garbage Collector. Essa compactação organiza os os objetos novamente em memória a cada Full GC.
</p>
<h2>Opções da JVM</h2>
<p>
    O espaço de memória destinado a armazenar os objetos de uma aplicação se chama Heap e este espaço pode ser controlado pelas opções -Xms e -Xmx da JVM. A opção -Xms especifica o tamanho inicial do Heap e a opção -Xmx o tamanho máximo do Heap, inicialmente o Heap pode ter um tamanho de memória que pode ser expandido até o tamanho máximo caso seja necessário. Se as duas opções tiverem o mesmo valor indica que o Heap não pode ser remanejado. Segue um exemplo de configuração do Heap com tamanho inicial de 64MB e tamanho máximo de 128MB:
</p>
<p><code><br />
    java -Xms64m -Xmx128m Main<br />
</code></p>
<p>
    Além das opções de configuração do Heap temos a opções de configurar o tamanho máximo do PermGen usando a opção <i>-XX:MaxPermSize=</i>. Esta opção é útil para contornar os erros de <i>OutOfMemoryError</i> acusando fim do PermGen space. Segue um exeplo de configuração do PermGen com tamanho máximo de 256MB:
</p>
<p><code><br />
    java -XX:MaxPermSize=256m Main<br />
</code></p>
<p>
    Existem algumas opções avançadas como -XX:MinHeapFreeRatio, -XX:MaxHeapFreeRatio e -XX:NewRatio que são muito importantes para aumentarmos a performance de uma aplicação seguindo as características da aplicação e do Hardware que ela será instalada. Como a JVM reajusta a memória Heap conforme a necessidade temos um percentual de aumento e diminuição desta memória, o valor dete percentual pode ser especificado pelos parâmetros -XX:MinHeapFreeRatio e -XX:MaxHeapFreeRatio. Segue um exemplo de configuração com um mínimo de 40% do Heap liberado e um máximo de 70% do Heap liberado:
</p>
<p><code><br />
    java -XX:MinHeapFreeRatio=40 -XX:MaxHeapFreeRatio=70 Main<br />
</code></p>
<p>
    A opção -XX:NewRatio especifica uma proporção entre os espeços de memória no Heap, entre a Young Generation e a Old Generation. Normalmente esta opção é setada com o valor 2 que diz que a proporção da Young Generation em relação a Old Generation é de 1:2. Segue um exemplo de configuração de uma Old Generation 3 vezes maior que a Young Generation:
</p>
<p><code><br />
    java -XX:NewRatio=3 Main<br />
</code></p>
<p>
    São inúmeras as opções de configuração de como o gerenciamento de memória e o Garbage Collector podem se comportar, essas e mais opções podem ser analisadas neste <a href="http://java.sun.com/javase/technologies/hotspot/vmoptions.jsp">link</a>.
</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>
    Neste post eu demonstrei como é o gerenciamento padrão e o algorítmo padrão do Garbage Collector do Java HotSpot Virtual Machine da Sun e demonstrei algumas opções de parâmetros que podem ser passados para a JVM visando melhorar o desempenho da aplicação. Não quis me aprofundar muito só gostaria de passar um pouco o quanto é essencial e fital para uma aplicação crítica uma boa análise e configuração de desempenho na JVM que ela será executada. Em outro post pretendo aplicar algumas configurações em um aplicativo mostrando na prática o quanto pode ser vantajoso conhecer a JVM. Espero que tenham gostado e deixem seus comentários! =D</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Parte 2: Explorando padrões e princípios para as novas gerações de soluções SOA.</title>
		<link>http://submundojava.com.br/wordpress/2010/02/23/parte-2-explorando-padroes-e-principios-para-as-novas-geracoes-de-solucoes-soa/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 21:43:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulo.sales</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[
    Este post é a parte final do resumo do artigo &#8220;Exploring Patterns and Principles of a New Generation of SOA Solutions&#8221; da 22a. edição da revista &#8220;The Architecture Journal&#8221;. O artigo original discute sobre alguns desafios das tradicionais arquiteturas orientadas a serviço e explora alguns padrões e princípios para as novas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
    Este post é a parte final do resumo do artigo &#8220;Exploring Patterns and Principles of a New Generation of SOA Solutions&#8221; da 22a. edição da revista <a href="http://www.architecturejournal.net">&#8220;The Architecture Journal&#8221;</a>. O artigo original discute sobre alguns desafios das tradicionais arquiteturas orientadas a serviço e explora alguns padrões e princípios para as novas gerações de arquiteturas orientadas a serviço, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Service-oriented_architecture">SOA</a>.
</p>
<h2>Abraçando a WEB: Serviços <a href="">RESTful</a></h2>
<p>
    Apesar dos Web Services serem desenvolvidos para muitos protocolos o que vemos na grande maioria das implementações é o uso do protocolo HTTP como meio para o transporte de outro protocolo o SOAP. Esse excesso de abstração da camada de transporte impossibilita o uso dos recursos do protocolo HTTP. Por quê não utilizar HTTP somente?
</p>
<p>
    Um dos meios para utilizar o protocolo HTTP para distribuir serviços, Web Services, de maneira amigável seria o uso do <a href="">REST</a>. Seguindo os princípios do REST podemos ter uma arquitetura SOA altamente escalável. Sem dúvida REST se tornou uma alternativa muito atraente para substituir os Web Services SOAP/WS-*, resolvendo os problemas citados na <a href="">Parte 1</a>, como interoperabilidade e escalabilidade. Segue algumas características dos serviços RESTful:</p>
<ul>
<li>Endereçamento de recursos/serviços através de uma URI</li>
<li>Interações baseadas somente em HTTP</li>
<li>Uso de métodos padrões HTTP (GET, POST, PUT, etc)</li>
<li>Interações sem estado</li>
<li>Possibilita diferentes formatos de distribuição</li>
<li>Armazenamento em <a href="">Cache</a></li>
<li>Iteroperabilidade</li>
<li>Escalabilidade</li>
</ul>
<p>
    A simplicidade e o alto nível de interoperabilidade dos serviços em RESTful são alguns dos fatores que podem melhorar a agilidade da próxima geração de soluções SOA.
</p>
<h2>Interoperabilidade com WS-*</h2>
<p>
    Apesar do notável trabalho acadêmico realizado na família de protocolos WS-* percebemos que ainda não supre as expectativas iniciais. Interoperabilidade e complexidade ainda são desafios importantes que encaramos na adoção dos protocolos WS-*. A melhor prática para melhorar a interoperabilidade dos protocolos WS-* é identificar as características dos consumidores dos serviços e criar <a href="">endpoints</a> distintos para cada particularidade desses consumidores. Por exemplo, vamos considerar um senário que devemos assegurar um Web Service que irá ser consumido por aplicações .NET, Sun Metro, Oracle Weblogic e Ruby on Rails. Neste senário podemos permitir que três endpoints com diferentes configurações de segurança atendam às diferentes características das aplicações que consomem o Web Service, como mostrado na Figura 6:
</p>
<div id="attachment_94" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/soa_post_fig_6a.jpg"><img src="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/soa_post_fig_6a-300x164.jpg" alt="Padrão de múltiplos endpoints de serviços" title="Padrão de múltiplos endpoints de serviços" width="300" height="164" class="size-medium wp-image-94" /></a><p class="wp-caption-text">Padrão de múltiplos endpoints de serviços</p></div>
<h2>Federação de ESB: Um caminho menos árduo</h2>
<p>
    Vimos na sessão anterior que uma arquitetura com um ESB centralizado é uma das causas fundamentais de falhas na implementação de um sistema SOA. Após inúmeras tentativas de implementação de um ESB centralizado em grandes organizações a indústria está adotando um padrão mais ágil de implementação do ESB. Essencialmente, esse novo padrão visa particionar as funcionalidades em leves ESBs físicos que são agrupados como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Federated_identity">entidades federativas</a>. Este padrão é comumente conhecido como Federação de ESB e representa uma das emergentes arquiteturas para implementar soluções ESB de alta escalabilidade. Com essa arquitetura podemos ter uma infraestrutura ESB específica para interfaces <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Business-to-business">Business to Business</a>, outra para troca de transações financeiras, como mostrada na Figura 6.<br />
<div id="attachment_95" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/soa_post_fig_6.jpg"><img src="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/soa_post_fig_6-300x147.jpg" alt="Padrão de Federação de ESB" title="Padrão de Federação de ESB" width="300" height="147" class="size-medium wp-image-95" /></a><p class="wp-caption-text">Padrão de Federação de ESB</p></div>
</p>
<h2>Governça em SOA: Capitalizando SOA</h2>
<p>
    A limitada adoção do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Universal_Description_Discovery_and_Integration">UDDI</a> em sistemas SOA de grande porte tem sido um catalisador do surgimento de um modelo mais leve e mais interoperável de governaça em SOA, levando em conta tecnologias como REST e <u><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_2.0">Web 2.0</a></u>. Essencialmente, esses modelos foram criados para remover algumas complexidades que são apresentadas pelo modelo UDDI centralizado, substituindo algumas tecnologias por outras amplamente adotadas como HTTP, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Atom_%28standard%29">Atom</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/JSON">JSON</a>.<br />
    Uma das formas mais populares de implementar esse novo modelo de governaça SOA é utilizar um repositório de serviços RESTful. Neste modelo a implementação tradicional SOA como serviços, endpoints, operações e mensagens são representadas como recursos que podem ser acessados através de um conjunto de interfaces RESTful.<br />
    O maior benefício que traz esse novo modelo é a interoperabilidade ganha utilizando interfaces RESTful, como mostrada na Figura 7, além de ser uma abordagem muito mais leve e flexível.
</p>
<div id="attachment_96" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/soa_post_fig_7.jpg"><img src="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/soa_post_fig_7-300x224.jpg" alt="Repositório RESTful" title="Repositório RESTful" width="300" height="224" class="size-medium wp-image-96" /></a><p class="wp-caption-text">Repositório RESTful</p></div>
<h2>Bem-vindo a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cloud_computing">Computação em Núvem</a></h2>
<p>
    A computação em núvem pode auxiliar em uma arquitetura SOA híbrida, onde alguns componentes de um sistema SOA possam estar em uma outra infraestrutura. Alguns exemplos do uso da computação em núvem em um sistema SOA:</p>
<ul>
<li>ESB na Núvem: Podemos hospedar um ESB na núvem? Claro que podemos! Este tipo de arquitetura possibilita disponibilizar todos os recursos de um ESB através de uma infraestrutura na Núvem.</li>
<li>Serviços de Segurança na Núvem: Nos últimos anos temos percebido o aumento da adoção de serviços de segurança, assim como o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Windows_Live_ID">Windows Live ID</a> ou o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Facebook_Platform">Facebook Connect</a>, e usar a Núvem para prover serviços de segurança pode facilitar a implementação de mecanismos altamente interoperáveis, disponibilizando serviços de autenticação, identificação e autorização a diversos clientes distintos.</li>
<li>Serviços de Armazenamento na Núvem: Indiscutivelmente, serviços de armazenamento como Amazon S3 ou o Azure DB são os serviços mais atraentes encontrados na Núvem. Considerar esse mecanismo pode alavancar a flexibilidade e a interoperabilidade da troca de dados de seu sistema SOA, além de eliminar algumas complexidades existentes em se ter uma infraestrutura própria para armazenamento de dados.</li>
</ul>
<div id="attachment_97" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/soa_post_fig_8.jpg"><img src="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/soa_post_fig_8-300x208.jpg" alt="Serviços na Núvem" title="Serviços na Núvem" width="300" height="208" class="size-medium wp-image-97" /></a><p class="wp-caption-text">Serviços na Núvem</p></div>
<h2>Conclusão</h2>
<p>
    A tradicional arquitetura SOA implica em sérios desafios que tornam impraticável implementações em larga escala. Este <u>artigo</u> post sugeriu uma série de padrões que podem ajudar o desenvolvedor a ter uma implementação mais leve, interoperável e escalável de SOA, possibilitando realmente serviços de negócio com agilidade em senários de larga escala empresarial.
</p>
<p><b>Abstração de Protocolos:</b></br></p>
<ul>
<li><b>Considerar</b> primeiro o protocolo padrão, HTTP. Ele é muito leve e pode conversar com outros frameworks.</li>
<li><b>Fazer</b> uso do SOAP e WS-* quando houver necessidade de controle de transações ou a necessidade de muita performance no protocolo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Internet_Protocol_Suite">TCP/IP</a>.</li>
</ul>
<p><b>SOAP e WSDL:</b></br></p>
<ul>
<li><b>Não fazer</b> uso de SOAP e WSDL até ter certeza que vai precisar de algum recurso que eles oferecem.</li>
<li><b>Considerar</b> o uso de REST, JSON e Atom Pub como alternativas mais leves.</li>
<li><b>Não cair</b> na armadilha de gerar o WSDL a partir do código, o contrato vem sempre em primeiro.</li>
</ul>
<p><b>Governaça</b></br></p>
<ul>
<li><b>Fazer</b> uso de um repositório de serviços para ajudar a gerenciar os serviços de sua empresa.</li>
<li><b>Considerar</b> o uso de um repositório de serviços RESTful.</li>
</ul>
<p><b>Enterprise Service Bus</b></br></p>
<ul>
<li><b>Não confundir</b> um ESB com um sistema que processa eventos.</li>
<li><b>Considerar</b> o uso de federação de ESBs.</li>
</ul>
<p><b>Serviços baseados na Núvem</b></br></p>
<ul>
<li><b>Considerar</b> serviços de segurança local, privado ou públic baseados na Núvem, é um dos os serviços mais maduros que existe na Núvem</li>
<li><b>Considerar</b> a possibilidade futura de serviços de armazenamento e serviços de ESB na Núvem.
    </ul>
</p>
<p>
    A coisa mais importante que você deve ter em mente quando está contruindo sua aplicação SOA é o mantra &#8220;Convenção ao invés de Configuração&#8221;. Diminuindo o número de opções ao mínimo e fazendo somente o que são requisitos do negócio, você deve acreditar que é possível contruir uma arquitetura orientada a serviços que seja leve, fácil de manter e evoluir, mesmo em ambientes de larga escala empresarial.
</p>
<h2>Minha Conclusão</h2>
<p>
    Acho que essa segunda parte extendeu um pouco, portanto, vou deixar minha conclusão para uma terceira parte. <img src='http://submundojava.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' />
</p>
<p>
    Mesmo assim nessa segunda parte podemos ver as sugestões de Jesus Rodriguez e Don Demsak para solucionar alguns dos problemas encontrados nas implementações tradicionais SOA. Espero que tenham gostado, mas se não gostaram podem deixar suas queixas nos comentários irei acatá-las com certeza. Até a próxima parte&#8230;</p>
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		<title>Parte 1: Explorando padrões e princípios para as novas gerações de soluções SOA.</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 18:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulo.sales</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[soa]]></category>
		<category><![CDATA[bpm]]></category>
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		<description><![CDATA[Este post é um resumo do artigo &#8220;Exploring Patterns and Principles of a New Generation of SOA Solutions&#8221; da 22a. edição da revista &#8220;The Architecture Journal&#8221;. O artigo original discute sobre desafios das tradicionais arquiteturas orientadas à serviço e explora alguns padrões e princípios para as novas gerações de arquiteturas orientadas à serviço, SOA.
SOA: Arquitetura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este post é um resumo do artigo &#8220;Exploring Patterns and Principles of a New Generation of SOA Solutions&#8221; da 22a. edição da revista <a href="http://www.architecturejournal.net">&#8220;The Architecture Journal&#8221;</a>. O artigo original discute sobre desafios das tradicionais arquiteturas orientadas à serviço e explora alguns padrões e princípios para as novas gerações de arquiteturas orientadas à serviço, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Service-oriented_architecture">SOA</a>.</p>
<h2>SOA: Arquitetura sem Restrições</h2>
<p>SOA tem sido o cerne dos sistemas distribuídos nos últimos anos, prometendo agilidade na implementação de serviços de negócio através de interfaces de negócio. É muito comum encontrar um conjunto de características semelhantes entre os tradicionais sistemas em SOA, sendo elas:</p>
<ul>
<li>A adotação do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/SOAP">SOAP</a> e <a href="http://www.w3.org/TR/wsdl">WSDL</a> como padrão para especificar o contrato, ou interface, dos serviços.</li>
<li>O uso dos <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Web_service_specifications">protocolos WS-*</a> para pertimir algumas características de missão crítica aos serviços.</li>
<li>O uso de um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Enterprise_service_bus">ESB</a> central abstraindo diferentes orquestrações de serviço.</li>
<li>O uso de um servidor de integração para gerenciar complexos processos de negócio, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Business_process_management">BPM</a>.</li>
<li>O uso de ferramentas de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Governan%C3%A7a_corporativa">governança em SOA</a> para gerenciar toda arquitetura de serviços.</li>
</ul>
<div id="attachment_86" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/soa_post_fig_12.jpg"><img class="size-medium wp-image-86" title="Figura 1: O modelo ideal SOA" src="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/soa_post_fig_12-300x185.jpg" alt="Figura 1: O modelo ideal SOA" width="300" height="185" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: O modelo ideal SOA</p></div>
<p>A arquitetura apresentada na Figura 1 pode ser considerada ideal pra sistemas SOA, mas esta arquitetura não leva em consideração as retrições que os sistemas SOA impõem à arquitetura, como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Interoperabilidade">interoperabilidade</a>, performance e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escalabilidade">escalabilidade</a>. A arquitetura apresentada na Figura 1 leva em consideração abstrair a complexidade de implementação dos sistemas SOA utilizando mais padrões e ferramentas.</p>
<p>Ultimamente se ouve muito o mantra <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Conven%C3%A7%C3%A3o_sobre_configura%C3%A7%C3%A3o">Conveção ou invés de Configuração</a>, que remove opções de configuração, ou parâmetros, que aumentam a complexidade do sistema por convenções previamente adotadas. Utilize as opções de configuração somente quando for realmente necessário.</p>
<h2>SOAP: A ilusão de uma abstração da camada de transporte</h2>
<p>Inicialmente o SOAP foi desenvolvido para abstrair os serviços das diferentes camadas de transporte, ou protocolos. Embora na teoria se mostre uma boa idéia, na prática constatamos que abstrair os serviços da camada de transporte exige um custo significativo de complexidade. Um exemplo da complexidade desta abstração é trafegar SOAP sobre <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hypertext_Transfer_Protocol">HTTP</a>, que hoje em dia é frequente. Por quê não usar o HTTP somente?</p>
<h2>WSDL: Em abundância</h2>
<p>O WSDL tem como propósito descrever os características dos serviços e as mensagens trocadas. Conceitualmente, o WSDL representa uma evolução para do antigo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Interface_description_language">IDL</a>. Ao utilizar o WSDL como padrão para especificar os serviços, esse se torna um artefato vital para as aplicações clientes. Essa relação entre o provedor de serviços e o cliente tende a ter um acoplamento alto, sendo que se houver uma alteração no contrato dos serviços o(s) cliente(s) serão afetados. Pensando em uma ambiente pequeno que envolve poucos clientes consumindo alguns serviços não é preocupante, mas em um ambiente empresarial e complexo o alto acoplamento entre o cliente e o provedor de serviços é um problema a se considerar.</p>
<div id="attachment_88" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/soa_post_fig_21.jpg"><img class="size-medium wp-image-88" title="Figura 2: Auto acoplamento com WSDL, o grande desafio de sistemas SOA de grande porte" src="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/soa_post_fig_21-300x154.jpg" alt="Figura 2: Auto acoplamento com WSDL, o grande desafio de sistemas SOA de grande porte" width="300" height="154" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2: Auto acoplamento com WSDL, o grande desafio de sistemas SOA de grande porte</p></div>
<h2>ESB: Ter ESB ou não ter ESB</h2>
<p>A integração heterogênea de sistemas, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Line_of_business">LOB</a>, tem sido uma grande promessa dos sistemas empresarias SOA. Para pôr em prática essa integração entre diferentes sistemas heterogêneos foi determinado um conjunto de padrões que constituem o ESB. Ainda que não exista um padrão industrial que defina o que é um ESB, podemos adotar algumas características comuns entre os ESBs existentes no mercado. Atualmente o ESB é usado como um barramento central de serviços, como mostrado na Figura 3:</p>
<div id="attachment_89" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/soa_post_fig_31.jpg"><img class="size-medium wp-image-89" title="Figura 3: ESB centralizado" src="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/soa_post_fig_31-300x180.jpg" alt="Figura 3: ESB centralizado" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3: ESB centralizado</p></div>
<p>Pode parecer uma boa estratégia arquitetural utilizar o ESB de forma centralizada, mas na prática esse tipo de arquitetura apresenta sérias limitações nos aspectos de gerenciamento, performance e escalabilidade. Ao inves do ESB se tornar um facilitador ele pode se tornar um gargalo em sistemas SOA.</p>
<h2>Protocolos WS-*: O lado negro</h2>
<p>Os protocolos WS-* criados para complementar características de segurança, confiabilidade e transacionabilidade ao SOAP/WSDL não receberam muita adoção em ambientes heterogêneos. Um dos motivos da não adoção dos protocolos WS-* está nas centenas de diferentes versões de protocolos WS-* existentes, isso cria desconfiança e descredibilidade na tecnologia. A interoperabilidade é o maior desafio das soluções baseadas em protocolos WS-*, como diferentes ferramentas de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_service">Web Services</a> as vezes implementam diferentes protocolos WS-* teremos então diferentes versões dos mesmos protolos e mesmo diferentes aspectos da mesma especificação.</p>
<div id="attachment_90" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/soa_post_fig_41.jpg"><img class="size-medium wp-image-90" title="Figura 4: O desafio da interoperabilidade" src="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/soa_post_fig_41-300x166.jpg" alt="Figura 4: O desafio da interoperabilidade" width="300" height="166" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 4: O desafio da interoperabilidade</p></div>
<h2>Governaça em SOA: Ditatura em SOA</h2>
<p>Em sistemas SOA de médio e grande porte existe a necessidade de versionar, monitorar e gerenciar os serviços de negócio e esse papel é realizado pelas ferramentas de governaça em SOA. O maior desafio dessas ferramentas de governança é permitir de maneira confiável o gerenciamento de complexos serviços de negócio, por este motivo as tecnologias de governança em SOA tem crescido muito nos últimos tempos. As tecnologias de governaça estão adotando uma arquitetura que virtualiza os serviços de negócio em um ambiente centralizado de governaça. Embora, essa arquitetura possa ser aplicada em sistemas SOA de pequeno porte, ela apresenta sérias limitações em termos de iteroperabilidade, performance e escalabilidade em ambientes de sistemas SOA de grande porte, como mostrado na Figura 5:</p>
<div id="attachment_91" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/soa_post_fig_51.jpg"><img class="size-medium wp-image-91" title="Figura 5: Modelo centralizado de governança SOA" src="http://submundojava.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/soa_post_fig_51-300x253.jpg" alt="Figura 5: Modelo centralizado de governança SOA" width="300" height="253" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 5: Modelo centralizado de governança SOA</p></div>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Nesta primeira parte do artigo foi explorado as arquiteturas SOA adotadas comumente nos dias de hoje. Na abstração da camada de transporte dos serviços de negócio foi mostrada a adoção do protocolo SOAP utilizando a especificação WSDL para manter um contrato, ou interface, dos serviços de negócio disponíveis que acarreta em uma sobrecarga de protocolos e um aumento muito significativo do acoplamento entre o provedor de serviços de negócio e os clientes cosumidores destes serviços.</p>
<p>Também foi mostrada a arquitetura centralizada do ESB que apresenta limitações em termos de gerenciamento, performance e escalabilidade. As diversas implementações dos protocolos WS-* que são utilizadas de forma não padronizada criando desconfiança e descredibilidade da tecnologia. Como a arquitetura centralizada do ESB foi mostrada a arquitetura que virtualiza os serviços de negócio em um ambiente centralizado de governança SOA que apresenta limitações de interoperabilidade, performance e escalabilidade.</p>
<p>Na segunda parte deste artigo será discutido arquiteturas e tecnologias que visão melhorar alguns aspectos negativos mostrados nessa primeira parte do artigo. Até lá <img src='http://submundojava.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> .</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Arquiteto de Software não é brinquedo!</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 20:34:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulo.sales</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[É incrível como algumas empresas tratam o arquiteto de software
como se fosse o brinquedo da vez. Lembra quando éramos pequenos e
existia aquele brinquedo especial que todos queríamos ter e quem o tinha
era visto como um ídolo diante a criançada. Pois bem, as empresas fazem
o mesmo com o arquiteto de software!
Pense na definição da profissão &#8220;Arquiteto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É incrível como algumas empresas tratam o arquiteto de software<br />
como se fosse o brinquedo da vez. Lembra quando éramos pequenos e<br />
existia aquele brinquedo especial que todos queríamos ter e quem o tinha<br />
era visto como um ídolo diante a criançada. Pois bem, as empresas fazem<br />
o mesmo com o arquiteto de software!</p>
<p>Pense na definição da profissão &#8220;Arquiteto de Software&#8221;,<br />
uma das muitas definições existentes segue abaixo:</p>
<p>“A arquitetura de um software é a estrutura ou estruturas do<br />
sistema, o que compreende componentes de software, propriedades<br />
desses componentes que são visíveis externamente e o relacionamento<br />
entre eles”, Paul Clements, SEI.</p>
<p>Muitas vezes os profissionais que trabalham nessa profissão<br />
não realizam exatamente o que devem, mas<br />
a empresa se enaltece por ter um arquiteto de software envolvido em um de seus projeto.</p>
<p>O papel de um arquiteto de software é equiparado ao papel de um gerente de projetos,<br />
onde um gerência a tecnologia aplicada e o outro gerência pessoas. Portanto, temos que o<br />
fracasso de um projeto por causa de uma má gestão pessoal é culpa do gerente de projetos e<br />
o fracasso de um projeto por causa de um problema técnico é culpa do arquiteto de software.</p>
<p>Ao desenvolvermos um software para um cliente temos que seguir uma lista de requisitos<br />
que são eles funcionais e não-funcionais. Os requisitos funcionais estão quase sempre relacionados<br />
ao negócio da empresa, como exemplo &#8220;Realizar pedido&#8221;. Já os requisitos não-funcionais estão<br />
relacionados com performance, disponibilidade, interroperabilidade, escalabilidade,<br />
segurança, performance, usabilidade, etc. São inúmeros os requisitos não-funcionais e<br />
às vezes são desprezados por muitos, principalmente o gerente de projeto. O gerente de projetos<br />
quer ver o pedido sendo realizado e o dinheiro entrando na conta da empresa e na dele,<br />
mas temos um enorme problema nisso! Ao ignorarmos os requisitos não-funcionais, que nunca são poucos,<br />
estamos escondendo o sol com a peneira e esperando para ficar cegos.</p>
<p>O papel do arquiteto de software deve ser de não permitir que os requisitos não-funcionais<br />
sejam ignorados e nem tão pouco deixados para última hora. Muitos requisitos não-funcionais podem<br />
interferir diretamente em um requisito funcional. O Arquiteto deve entender e compreender os<br />
requisitos não-funcionais e propor soluções para resolvê-los. Mas isso não é o que acontece nas<br />
empresas por ai.</p>
<p>Primeiro, para a maioria das empresas é inaceitável o arquiteto de software ter o mesmo<br />
nível que um gerente de projeto. Segundo, nunca um arquiteto de software tem voz ativa<br />
diante uma equipe de desenvolvedores que estão acostumados a fazer telas em linha de produção.</p>
<p>Por isso um arquiteto de software não é um super brinquedo que somente serve para<br />
se exibir e que com o tempo perde a utilidade. Um arquiteto de software é o ícone muito influente<br />
no ciclo de vida de um projeto e é dever dele garantir que o software funcione desde o<br />
início de sua vida em um ambiente de produção.</p>
<p>O link de referência citado abaixo tem uma ótima descrição do papel de um arquiteto, todas<br />
as empresas deveriam ler e seguir este documento, assim teríamos software funcionando!</p>
<p>http://www.wthreex.com/rup/process/workers/wk_archt.htm</p>
<p><strong>Links relacionados:</strong></p>
<p>http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura_de_software</p>
<p>http://www.marcomendes.com/ArquivosBlogIntroducaoArquiteturaSoftware.pdf</p>
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		<title>Quando o ócio não é culpa do time!</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 20:29:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulo.sales</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta é uma das muitas situações que acontece dentro de um ambiente de trabalho, quando o ócio do time não é pura preguiça e sim ocasionado por outro problema. Um dos problemas que podem ocasionar eu vou explicar abaixo já que vivi uma situação destas.
Na informática, mais precisamente na área de desenvolvimento, trabalhamos focados em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é uma das muitas situações que acontece dentro de um ambiente de trabalho, quando o ócio do time não é pura preguiça e sim ocasionado por outro problema. Um dos problemas que podem ocasionar eu vou explicar abaixo já que vivi uma situação destas.</p>
<p>Na informática, mais precisamente na área de desenvolvimento, trabalhamos focados em objetivos e entregáveis bem definidos. Claro que sem uma meta bem estabelecida e tarefas bem planejadas não terá trabalho a ser entregue. Para mostrar o que estou tentando dizer vou usar como exemplo em cenário ágil.</p>
<p>Como a maioria deve saber o Product Owner com ajuda do time na metodologia Scrum deve lançar atividades que representam os requisitos de um projeto e priorizar cada um desses requisitos. Após o  Product Backlog ter sido analisado parte-se para os planejamentos das atividades e assim por diante.</p>
<p>Se o Product Backlog não foi bem analisado e bem priorizado o time acaba tendo muita dificuldade em realizar o planejamento das estórias e atividades. Portanto, durante o andamento da Sprint podemos perceber um aumento de atividades que não foram previstas com antecedência gerando uma certa insegurança para o time se realmente aquela estória ou mesmo requisito é necessário ou se deve realmente ser realizada da forma que foi planejado.</p>
<p>Isso faz com que o tempo gasto do time até descobrir que a Sprint deve ser cancelada por ter a meta alterada é uma perda para o andamento do projeto. E até o momento de decidir cancelar a Sprint o time detém seu tempo com várias discusões e elocubrações à respeito do real motivo de tudo estar indo para as cucuias. Isso ao olhar do Product Owner e/ou dos Stackholders aparente puro ócio do time. Como o conceito de &lt;em&gt;pronto&lt;/em&gt; não foi bem definido eles não visualizam os entregáveis no tempo em que imaginavam e culpam o time por divagar demais em idéias alheias.</p>
<p>Mas na verdade o time não tem culpa e não está ocioso, o time está correndo atrás para saber se realmente ocorreu um problema durante a Sprint para cancelar e começar novamente de maneira correta. Já que a metodologia ágil prega o princípio de &#8220;Quanto antes encontrarmos o problema mais rápido temos que discuti-lo&#8221;.</p>
<p>Isso pode ser ocasionado por falta de comunicação e entendimento do Scrum Master, time e Product Owner. Um gráfico que pode ser usado para perceber com rapidez que a sprint esta caminhando em direção a outra meta é o Burn-Up.</p>
<p>Por isso valorizem muito a comunicação e o bom entendimento dos requisitos que serão entregue. Acredite, quem não comunica, se estrumbica.</p>
<p><b>Referências:</b></p>
<ul>
<li>Tem um artigo bem direto quanto a utilização e alguns benefícios de utilizar o burn-up chart: <a href="http://niksilver.com/2008/01/19/burn-up-and-burn-down-charts/">Burn-up e Burn-Down.</a></li>
</ul>
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		<title>Bem vindos!</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jul 2007 01:49:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulo.sales</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Ol&#225;,  Bem vindos ao SubMundo Java.  Nossa miss&#227;o &#233; divulgar o conhecimento Java para todos da comunidade e para aqueles que est&#227;o come&#231;ando nesse contagioso mundo!  Sou Paulo Sales e essas s&#227;o as minhas boas vindas!  Sintaxe &#224; vontade.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ol&aacute;,  Bem vindos ao SubMundo Java.  Nossa miss&atilde;o &eacute; divulgar o conhecimento Java para todos da comunidade e para aqueles que est&atilde;o come&ccedil;ando nesse contagioso mundo!  Sou Paulo Sales e essas s&atilde;o as minhas boas vindas!  Sintaxe &agrave; vontade.</p>
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